Você já parou para pensar em quantas decisões dentro de campo são influenciadas por algo que não aparece na súmula? Sim, ele mesmo: o ciclo menstrual.
Como noticiado por @luanamaluf1, jornalista esportiva, apresentadora e criadora de conteúdo brasileira, o Barcelona passou quatro temporadas monitorando 33 jogadoras, mais de 850 ciclos menstruais e 80 lesões musculoesqueléticas.
Não foi mera curiosidade: o objetivo era entender se as oscilações hormonais aumentam o risco e a gravidade das lesões em momentos específicos do mês. A resposta? Esse fator não pode mais ser ignorado.
A realidade é dura: muitas adolescentes abandonam o esporte por causa da menstruação, seja pela dor, pela falta de informação ou de apoio.
Em outras palavras, o corpo feminino ainda é um dos maiores obstáculos para que mulheres permaneçam no esporte. Justamente o corpo, aquele que carrega todo o talento, a disciplina e o potencial de performance.

Menstruação não é fragilidade, é variável de performance
A ciência do esporte está, enfim, olhando com mais atenção para o que acontece no corpo da atleta ao longo do ciclo. O estudo do Barcelona reforça algo que muitas jogadoras já sentiam na prática: há fases em que a gravidade das lesões aumenta, a recuperação fica mais lenta e a dor incomoda mais do que a chuteira.
Não é sobre “drama” ou “sensibilidade”. É fisiologia. É variação hormonal afetando ligamentos, tempo de reação neuromuscular, inflamação, percepção de dor e qualidade do sono.2
Quando a gente entende isso, abre espaço para uma abordagem muito mais inteligente. Em vez de esperar que a dor chegue para tirar a atleta do treino, criamos estratégias para proteger, prevenir e acelerar a recuperação.
É aqui que entra a fotobiomodulação com LEDs – e, de forma muito concreta, com as mantas Sportllux.3
A luz vermelha e a infravermelha como aliadas da recuperação
A fotobiomodulação transcutânea usa luz vermelha e infravermelha próxima (NIR) para estimular as mitocôndrias, modular a inflamação, melhorar o fluxo sanguíneo e acelerar o reparo tecidual.
Uma revisão sistemática pioneira4 analisou mulheres com cólica menstrual que tiveram dispositivos de luz de baixa intensidade aplicados no abdome. Eles reduziram significativamente a dor, o uso de analgésicos e marcadores inflamatórios relacionados à dismenorreia (cólica menstrual).
O estudo comprovou que a tecnologia reduziu significativamente a intensidade da dor após 12 semanas de uso e melhorou a qualidade de vida das pacientes, sendo uma opção segura e não invasiva. Entre os mecanismos propostos pela ciência para esse benefício, estão:
- a redução da inflamação;
- a modulação na síntese de prostaglandinas;
- o alívio de espasmos musculares;
- a melhora na circulação sanguínea local.
Como traduzir esses dados clínicos para a realidade da atleta?
Se a terapia melhora a qualidade de vida e reduz a dor de forma segura, menos cólica significa, naturalmente, menos treino perdido e menos jogo comprometido.
Além disso, sabendo que a luz atua na modulação da inflamação, no alívio de espasmos e na melhora da circulação local, faz sentido enxergar nesses mecanismos um potencial auxílio para o corpo que sofre com desgaste físico.
Embora a ciência do esporte ainda precise de estudos focados na prevenção de lesões em atletas, se é fato que o ciclo menstrual pode trazer vulnerabilidades físicas, as tecnologias não farmacológicas de manejo de dor e inflamação têm tudo para atuar como uma “camada extra de proteção” nesse período.
Como as mantas Sportllux podem ajudar atletas mulheres?
As mantas Sportllux foram desenvolvidas exatamente para entregar uma combinação de conforto, abrangência de área e parâmetros de luz baseados nas evidências científicas da fotobiomodulação.
Pense em três frentes estratégicas para a atleta:
- Cólica menstrual e desconforto pélvico
- Use as mantas Sportllux para modular prostaglandinas, relaxar a musculatura lisa uterina e reduzir a intensidade das cólicas, inspirando‑se nos protocolos usados em ensaios clínicos com luz vermelha e infravermelha para dismenorreia.
- Recuperação muscular pós‑treino e pós‑jogo
- Atenue a dor muscular de início tardio com as mantas, reduzindo marcadores de dano muscular e acelerando o retorno à sensação de “pernas 100% ok” para a próxima partida.
- Suporte às fases mais críticas do ciclo
- Integre a manta Sportllux ao planejamento do staff médico e de performance: aumente a frequência de uso nos períodos em que a atleta relatar mais dor e fadiga.
Do laboratório para o vestiário
O que o Barcelona fez com o acompanhamento minucioso do ciclo foi abrir uma porta: agora que sabemos que o risco de lesão muda ao longo do mês, a pergunta deixa de ser “se” devemos considerar a menstruação e se torna “como” vamos agir diante dela.
- Clubes de ponta já flexibilizam uniformes para reduzir o estresse da atleta que está durante o ciclo menstrual, como Wimbledon fez ao permitir shorts escuros5.
- Federações estudam a relação entre níveis de estrogênio e progesterona e o aumento de lesões de ligamento cruzado anterior.6,7
- Modalidades começam a flexibilizar as regras de vestimenta para respeitar o corpo da mulher, permitindo, por exemplo, o uso de shorts no handebol de areia.8
Inserir as mantas Sportllux nesse contexto não é pretexto para vender um acessório: é oferecer uma tecnologia que conversa diretamente com o que há de mais atual na ciência do esporte. É colocar o corpo feminino no centro da estratégia de performance.

Referências bibliográficas
1- MALUF, Luana. Menstruação aumenta o risco de lesão no futebol? Estudo do Barcelona amplia o debate sobre lesões e ciclo menstrual no futebol feminino. Instagram: @luanamaluf, 2024. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DUqgg7GETRW/
2- MARTÍNEZ-FORTUNY, Núria N.; ALONSO-CALVETE, Alejandra; DA CUÑA-CARRERA, Iria; ABALO-NÚÑEZ, Rocío. Menstrual cycle and sport injuries: a systematic review. International Journal of Environmental Research and Public Health, v. 20, n. 4, p. 3264, 2023. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36833966/
3- FORT-VANMEERHAEGHE, Azahara; PUJOL-MARZO, Montse; MILÀ, Rai; CAMPOS, Berta; NEVOT-CASAS, Oriol; CASADEVALL-SAYERAS, Pep; PEÑA, Javier. Injury risk and overall well-being during the menstrual cycle in elite adolescent team sports athletes. Healthcare (Basel), v. 13, n. 10, p. 1154, 2025. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12110960/
4- ANG, Lin; SONG, Eunhye; CHOI, Sunmi; KIM, Jihye. Effectiveness and safety of light therapy for treating primary dysmenorrhea: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Complementary Therapies in Medicine, v. 93, 103232, 2025. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0965229925001074.
5- ALÉM do branco: Wimbledon permite shorts escuros e reduz preocupações menstruais. Forbes Brasil, 12 jul. 2023. Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-mulher/2023/07/alem-do-branco-wimbledon-permite-shorts-escuros-e-reduz-preocupacoes-menstruais/.
6- SANCHES, Giovanna. Universidade pesquisa ligação entre ciclo menstrual e lesões no joelho. CNN Brasil, 21 jul. 2023. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/futebol-internacional/universidade-pesquisa-ligacao-entre-ciclo-menstrual-e-lesoes-no-joelho/.
7- FIFA financia estudo sobre relação entre ciclo menstrual e roturas do LCA. SAPO Desporto, 2024. Disponível em: https://sapo.pt/artigo/fifa-financia-estudo-sobre-relacao-entre-ciclo-menstrual-e-roturas-do-lca-6867faf0f097ebab1d28fbba.
8- NAVARRO, Lorena. This is true female sport: how period-related stigma impacts athletes. European Handball Federation, 2023. Disponível em: https://www.eurohandball.com/en/news/en/this-is-true-female-sport-how-period-related-stigma-impacts-athletes/.




